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Flores que ofertamos
e que nunca morrerão
em vasos e jarros se bronzeiam
Os anjos de onde vem
sua vida
bem-vinda
a trilha
Os livros não são sinceros
Quem tem Deus como império
No mundo não está sozinho
Ouvindo sininhos

Magamalabares (Carlinhos Brown) – Marisa Monte

Dia corrido, mas dia feliz em que as coisas parecem estar correndo bem e se encaminhando. E lá vai o ano, correndo na velocidade da luz e deixando seu primeiro mês para trás. E vamos ofertando flores que tomarão sol em outros vasos para perpetuar suas vidas e partilhando a vida, para que ela seja mais leve, feliz, divertida e gostosa de ser vivida. <3

365/22

Txai é fortaleza que não cai
Mesmo se um dia a gente sai,
Fica no peito essa dor

Txai, este pedaço em meu ser
Tua presença vai bater
E vamos ser um só

(…)

Txai, onde achei coragem
De ser metade todo teu,
Outra metade eu
Porque a tarde cai
E dona lua vai chegar
Com sua noite longa,
Ser para sempre Txai

Txai – Milton Nascimento

Porque tem dias que é simplesmente é impossível fingir que tá tudo bem e botar um sorriso no rosto. Mas ainda assim tem que botar a armadura, se transformar em fortaleza e encarar a vida do jeito que ela se apresenta. E vamos que vamos, sendo Txai, como Milton Nascimento me ensinou quando eu ainda era uma criança pequena. :)

E com certeza o dia de amanhã vai ser mais fácil, e caso não seja, estou aqui, disposta a encara-lo de frente mais uma vez, prontinha pra luta.

365/21

Felicidade é uma cidade pequenina
É uma casinha é uma colina
Qualquer lugar que se ilumina
Quando a gente quer amar

Pão e Poesia – Moraes Moreira

Ah, como eu gosto de Moraes Moreira (e Novos Baianos), acho que é tudo culpa do meu pai, que sempre botou pra ouvir a música deles desde que eu era bebê. E essa aí é um primor, né! Eu escolhi essa hoje porque tô num desses dias em que acho que a gente deve perceber a felicidade que vai se descortinando na nossa vida nas coisas menores no dia a dia. Uma coisa meio que como a frase de Gandhi que diz que “não há caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho”. Porque ela não pode ser a meta, ela tem que ser o dia a dia, a coisa que você constrói, os seus atos. Algo que você faz e recebe em troca um sorriso, um abraço, um beijo, qualquer coisa que vai aquecer seu coração e te encher de paz e de te fazer feliz, naquele momento específico. E dependendo de como você é, esse momento pode se repetir mais e mais e mais. Cabe a você. Tem muita coisa externa que vai interferir, te tirar do prumo, deixar você pra baixo, mas o poder de dar uma pollyannada é só seu e às vezes isso faz um bem danado.

PS: Hoje vai sem link, porque eu cacei internet afora e só achei a versão da Simone, ouvi e não gostei e eu queria compartilhar a do Moraes Moreira mesmo, que é mais calminha, gostosinha, assim como a música pede. :)

365/20

Agradeça as coisas boas
Entenda as coisas ruins
Agradeça as coisas boas
Entenda as coisas ruins

Roubaram o seu automóvel (mal)
Agora você vai ter que andar (bom)
Roubaram a sua bicicreta (mal)
Pelo menos ninguém vai te atropelar (bom)

Capetão 66.6 FM (John e André Abujamra) – Pato Fu

Pato Fu é a minha banda predileta. Sem dúvida e sem pestanejar. Uma banda que gosto desde que surgiu, desde o primeiro CD deles. Tenho um TOP5 de cada disco – hehehe. E eu adoro essa música que é do terceiro disco deles, o Tem, mas acabou. Porque ela tem um lado Pollyanna que às vezes falta na nossa vida. Porque, no fim das contas, se você olhar, tudo na vida tem um lado bom, e cabe a nós perceber o copo cheio diante de nós. Hoje é segundo, dia mundial da preguiça, e da depressão semanal, então nada melhor do que ver o copo cheio. Por isso, Capetão na cabeça, e vendo que se roubaram seu carro é porque era o momento de você começar a andar a pé por aí. E vamos que vamos que ainda tem uma semana todinha pela frente e 11 meses inteiros a serem cumpridos. ;)

365/19

Quero a utopia, quero tudo e mais

Quero a felicidade nos olhos de um pai

Quero a alegria muita gente feliz

Quero que a justiça reine em meu país

Quero a liberdade, quero o vinho e o pão

Quero ser amizade, quero amor, prazer

Quero nossa cidade sempre ensolarada

Os meninos e o povo no poder, eu quero ver

São José da Costa Rica, coração civil

Me inspire no meu sonho de amor Brasil

Se o poeta é o que sonha o que vai ser real

Bom sonhar coisas boas que o homem faz

E esperar pelos frutos no quintal

Sem polícia, nem a milícia, nem feitiço, cadê poder?

Viva a preguiça, viva a malícia que só a gente é que sabe ter

Assim dizendo a minha utopia eu vou levando a vida

Eu viver bem melhor

Doido pra ver o meu sonho teimoso um dia se realizar

Coração Civil – Milton Nascimento

Hoje o único assunto que permeou minha timeline desde o começo do dia até o presente momento foi a tragédia da balada em Santa Maria (RS). Como qualquer assunto desse porte, para a nossa sociedade, sedenta de sangue e tragédia, virou um show, de lamentações, de horrores e de diversos tipos de manifestação. Percebi lutos sinceros (principalmente dos que sabem que poderiam viver uma situação semelhante, ainda que em outro lugar), gente baba-sangue postando fotos de extremo mau-gosto, vi maria-vai-com-as-outras que lamentam a morte de qualquer um que seja lamentado por mais de 3 pessoas e vi gente que se aproveita da dor e ingenuidade alheia para se promover. Inegavelmente essa foi a pauta do dia.

Mas eu penso que independente da crença religiosa de alguém ou de sua índole, não há uma pessoa com um mínimo equilíbrio psicológico que não se abale com um acontecimento dessa dimensão. É muita dor e sofrimento contido num só fato para que não faça com que mandemos as melhores vibrações e preces para os familiares de tantas vítimas. Eu não vou mentir, ser hipócrita e dizer que fiquei triste, isso porque foi algo distante de mim. Mas sem dúvida, fiquei chocada, e imediatamente comecei a pensar no que as pessoas envolvidas estão passando, assim como o faço em situações de guerra, de catástrofes naturais, ataques terroristas e afins. Porque por mais que não tenha relação direta comigo, no fim tem relação com a humanidade contida em cada um, e aí um sentimento que não sei explicar, que é um misto de solidariedade, companheirismo e até mesmo tristeza toma conta de mim.

Porém, eu preciso dizer que acho muitas vezes as reações desproporcionais, e vi uma comoção nacional maior do que em muitos casos seríssimos, como por exemplo de chuvas e deslizamentos, que às vezes tem até mais mortos dos que esses de Santa Maria e ainda deixam um rastro absurdo de vítimas, desabrigados e mesmo assim, no máximo vejo gente falando um “puxa, que coisa”. Hoje, ao passo que vi campanhas recrutando médicos, bombeiros, profissionais da área da Psicologia e Psiquiatria para amparar os familiares, doações de sangue e mobilizações sinceras e úteis de fato, vi também gente pedindo doações de dinheiro, roupas e afins para os familiares das vítimas. Gente, pera lá… Como assim… No calor da emoção muita gente não raciocina e serve de massa de manobra pra quem age de má fé. Os familiares das vítimas precisam de ajuda e apoio sim, mas não de nada material. Essas pessoas estavam em casa, provavelmente dormindo, no momento em que seus familiares faleceram. Eles não precisam de doações. Eles precisam de vibrações, preces, suporte emocional. E os sobreviventes precisam de agentes de saúde, doações de sangue etc. Os bens materiais que, eventualmente, forem doados, seguramente serão desviados. E isso me doeu mais do que tudo, porque pude ver gente que se aproveita de uma tragédia alheia para lucrar e manipular as pessoas.

Quem me conhece sabe que eu acredito no ser humano, sei que há muita gente boa, legal e honesta nesse mundo, porém essas tem mais publicidade do que os que aprontam. Acredito num mundo melhor que seja fruto de nossas atitudes mais decentes, atitudes essas que devem alimentar o nosso dia a dia e serem aplificadas em momentos como o de hoje, e não apenas existir nessas ocasiões. Sonho com gente pensando no todo, no coletivo e não apenas no seu próprio bem. Sonho que estender a mão seja um ato quase que reflexo. Muito mais do que palavras e preces, nossos atos devem refletir aquilo que queremos e esperamos do mundo. Coração Civil pra mim é um hino que clama por tudo isso e uma das músicas do Milton que mais me falam ao coração. E hoje está aqui para que sirva de reflexão, de brado e de prece a tudo que aconteceu hoje e como isso se refletiu na nossa vida.

365/18

De magia, de dança e pés
De criança, cantor e mãos.
Alameda de gente vida
Fecha e mata qualquer ferida.

De carinho, de roda e mãos.
De esperança, de corpo e pés.
A paixão que me está surgindo.
Te tocando, me consumindo.

A pulsação do mundo é
O coração da gente
O coração do mundo é
A pulsação da gente
Ninguém nos pode impor, meu irmão
O que é melhor pra gente

De magia, de dança e pés – Milton Nascimento

Eu não tenho como mensurar e nem mesmo explicar com palavras a importância da dança na minha vida. Talvez eu possa fazer isso (e apenas um pouco) com movimentos. Nesses sete anos que eu estou parada, sem dançar, é como se tivesse faltando um pedaço de mim, como se eu não fosse meu verdadeiro eu, uma Tayra completa. Me doía cada vez que eu falava que tinha sido bailarina, porque no meu caso, o ser bailarina e dançar é algo mais completo e que faz parte da minha alma. Sou aquelas que ouve uma música e coloca pra tocar no repeat até conseguir coreografar a mesma, arredondando os detalhes, como se tivesse vendo aquela dança nascer.

Essa música mexe muito comigo (como qualquer uma do Milton Nascimento), e eu acho que transparece um pouco do que a dança representa pra mim de algo que mexe com o meu ser, com minha vontade de viver, de transmitir algo através do corpo. Quem dança vê naquilo uma esperança, uma ferramenta que pode mudar o mundo, pode mudar vidas. É algo totalmente renovador e que, como eu já disse antes, nem consigo expressar com palavras.

Por isso, já em 2012, eu tinha decidido que voltaria a dançar em 2013, e já no começo do ano coloquei em prática esse sonho e comecei a conversar com algumas pessoas sobre isso e fui vendo a minha vontade individual começar a se tornar uma vontade coletiva. E hoje dei mais um passo em direção ao meu objetivo, e na semana que vem já faço a minha primeira aula, depois de todo esse tempo parada. Vai ser uma readaptação, uma remodelação do meu corpo e do meu condicionamento. Já tô contando com a Jillian nesse processo de readaptação do meu corpo – porque obviamente o perder peso está entrando nessas metas todas. Por isso, vamos que vamos, que comece uma nova era, porque como já cantava Bonnie Tyler, “Forever’s gonna start tonight”.

365/17

É sempre lindo andar na cidade de São Paulo,de São Paulo
O clima engana, a vida é grana em São Paulo
A japonesa loura, a nordestina moura de São Paulo
Gatinhas punks, um jeito yankee de São Paulo, de São Paulo

Ah! Na grande cidade me realizar
Morando num BNH
Na periferia a fábrica escurece o dia

São Paulo, São Paulo (Wandi Doratiotto, Mário Manga, Claus Petersen e Marcelo Galbetti) – Premeditando o Breque (Premê)

A minha atual relação com São Paulo eu já contei o ano passado lá no Teia de Renda, mas eu não podia deixar a data passar em branco. A cidade em que nasci e onde sempre vivi completa hoje 459 anos de sua fundação e essa música do Premê, que é uma versão de New York, New York pra mim é uma bela síntese dessa cidade tão múltipla e dúbia, que só mesmo um paulistano tem a capacidade de perceber.

Essa cidade doida. Que amanhece com sol de rachar, no meio da manhã já está congelante, no fim da tarde desaba um pé d’água e de noite esquenta de novo, pra que a gente não consiga dormir direito. Essa cidade de negros, brancos, japoneses, italianos, nordestinos, sulistas, uma metrópole que é um mini-mundo, capital nacional da gastronomia. Cidade que nos encanta pela alta gama de oportunidades, serviços, entretenimentos, e que nos irrita muito pelo trânsito, pela super-lotação, pela poluição, por ter tudo em extremo exagero. Uma cidade que se fosse gente, certamente seria bipolar.

Por isso aqui está a minha homenagem a essa cidade que é o meu berço, meu lar, meu esteio (e que às vezes e também me deixa de saco cheio – hehehehe). ;)

365/16

E a gente vive junto
E a gente se dá bem
Não desejamos mal a quase ninguém
E a gente vai à luta
E conhece a dor
Consideramos justa toda forma de amor

Toda forma de amor – Lulu Santos

Eu adoro essa música, mas em especial esse trecho que eu selecionei. E eu uso ele quase que como um lema de vida. Porque acredito que todas as pessoas do mundo gostam de estar cercados por pessoas de quem gostamos, de estar ao lado de quem nos faz bem e nos faz nos sentir melhor e querer ser melhor. E diante da vida, sem nunca baixar a cabeça, se conformar com a maneira com que as coisas são apresentadas se elas não forem certas e justas.

E obviamente todo mundo tem seus desafetos, e como na letra do Lulu, eu torço para que sejam poucos, bem poucos, quase ninguém. Porque é o tipo de coisa que não faz bem, nem pra gente que tá desejando o mal, nem pra pessoa que é alvo desse nosso desejo.

Quando eu estou cansada, chateada com algo, descontente com a atitude das pessoas, procuro pensar nisso, respirar fundo e pensar naquilo e em quem vale a pena. E posso dizer que, ao menos pra mim, funciona muito bem. :)

365/15

Me cansei de lero-lero
Dá licença, mas eu vou sair do sério
Quero mais saúde
Me cansei de escutar opiniões

Saúde (Rita Lee e Roberto de Carvalho) – Rita Lee

Porque tem coisas nessa vida que só funcionam quando a gente quer e decide. Não adianta o mundo todo te apontando o dedo, dizendo isso, aquilo e aquilo-outro se a atitude não partir de nós. O fato é que mesmo já estando há alguns anos com sobrepeso, embora isso me incomodasse esteticamente (afinal de contas em mais de 2/3 da minha vida eu fui magra, ou seja, não é nada fácil viver com essa nova realidade), o que sempre esteve em primeiro plano foi a saúde. E eu sei que muito mais que uma questão alimentar, no meu caso, o aumento de peso foi bem mais hormonal, aliado a um sedentarismo que o meu corpo nunca conheceu e o resultado foi catastrófico.

No começo do ano passado, animada por ter voltado da Disney perdendo peso após as quilométricas caminhadas diárias nos parques, decidi que continuaria caminhando e adotaria novos hábitos de vida. Durante os 4 primeiros meses do ano fiz caminhadas de 5 a 7 km/dia, perdi bastante peso e fiquei feliz de ver o resultado do meu esforço. Mas aí, fui deixando a rotina me engolir e mesmo tendo me matriculado numa academia em maio, não consegui manter o exercício físico dentro da minha agenda. Mea culpa total!!!

No fim, dos 12 quilos que tinha conseguido perder, recuperei rapidamente 5 deles, mas esse ano eu estou disposta a mandar estes quilos todos irem parar em qualquer outro lugar (bem longe do meu corpo, de preferência), e já retomei uma rotina mais saudável, porque exercício me faz bem, a endorfina liberada pelo movimento é maravilhosa, me faz mais feliz. O recomeço tá difícil, porque o condicionamento tá horrendo, e o corpo tem memória e sabe que eu consigo ir muito além, e aí me cobra. Mas acredito que rapidamente vou ver resultados, porque esse ano estou mais determinada e empenhada do que em 2012. E agora chega de lero-lero que é hora de botar o corpo pra se mexer. ;)

365/14

Onde vá
Onde quer que vá
Leva o coração feliz

Toca a flauta da alegria
Como doce menestrel

Onde vá
Onde quer que eu vá
Vou estar de olho atento

À tua menor tristeza
Por no teu sorriso o mel

Onde vá
Vá para ser estrela
As coisas se transformam
Isso não é bom nem mal

E onde quer que eu esteja
O nosso amor tem brilho
Vou ver o teu sinal

Por Brilho – Oswaldo Montenegro

Ah, essa música… Eu adoro Oswaldo Montenegro, amo! Desde bem pequena, quando ele lançou Condor, na adolescência dancei algumas músicas dele e fui me encantando mais e mais por sua obra, e assim fui acumulando CDs. Até que Por Brilho me flechou. É de longe a minha música predileta dele, de longe. Acho linda, do princípio ao fim. E qual não foi minha surpresa quando li uma entrevista em que ele dizia que a música que ele mais gostava das que tinha composto era essa. Achei incrível ter essa empatia tão grande por uma pessoa que eu admiro tanto.

E eu nem consegui selecionar só um trechinho, acabei pegando a letra toda, porque como eu gosto dela de cabo a rabo, seria uma injustiça deixar um verso que fosse de fora, por isso, deixo ela na íntegra para que vocês apreciem a obra de Oswaldo Montenegro (e espero que gostem da escolha).

365/13

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Simples Desejo (Daniel Carlomagno e Jair Oliveira) - Luciana Mello #mpb #lucianamello #jairoliveira

Isso é um mantra diário, sempre que algo vem pra azucrinar e tirar a minha paz. 😊 Cajuína - Caetano Veloso (mas eu gosto bem mais na voz da Gal Costa) - é uma música linda, lindíssima, curtinha e maravilhosa, que sempre, sempre, sempre me arranca lágrimas. Caetano a compôs em homenagem ao amigo Torquato Neto, que foi junto com ele um dos fundadores do Tropicalismo, e que se suicidou no começo da década de 70.  #MPB #tropicalismo #caetanoveloso #galcosta #torquatoneto Ê, povo, ê - Gilberto Gil #MPB #GilbertoGil - música que tá tocando em looping na minha semana desde domingo. Código de acesso (Itamar Assunção) - Zélia Duncan #MPB #zéliaduncan #itamarassunção Eu nunca te amei idiota (Alvin L.) - Ana Carolina #MPB #rocknacional #anacarolina Sobre o tempo (John) - Pato Fu #patofu #rocknacional #fernandatakai Dê um rolê (Moraes Moreira) - Novos Baianos #NovosBaianos #MPB Caçamba (Éfson e Odibar) - Molejo #samba #pagode #molejo Viva (Kledir Ramil) – Kleiton e Kledir #MPB #kleitonekledir
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