Quando eu soltar a minha voz
Por favor entenda
Que palavra por palavra
Eis aqui uma pessoa se entregando

Coração na boca
Peito aberto
Vou sangrando
São as lutas dessa nossa vida
Que eu estou cantando

Sangrando – Gonzaguinha

A correria do fim de 2012 me impediram de fazer esse post antes (mais um que ficou um bom tempo por aqui como rascunho antes que eu conseguisse conclui-lo), porque desde o dia em que eu saí do cinema quando fui assistir a Gonzaga – De pai pra filho não consegui parar de pensar nas músicas do Gonzaga pai e do Gonzaga filho. Sempre amei os dois, mas a figura do filho sempre me encantou mais, uma vez que há uma empatia maior pela figura como um todo, pelo engajamento e pelo posicionamento político. Enfim…

E essa semana, com o início prático do Estradeiras, também acabei ficando uma semana sem aparecer por aqui, e nem consegui reverenciar os dois Gonzagas logo que começou a exibição do filme, que foi picotado e transformado em micro-série pela Globo, mas hoje, que é o último capítulo, eu não podia deixar de vir aqui prestar minha homenagem a eles.

E acabei escolhendo essa aqui, que é um hino a quem bota pra fora o que tava preso na garganta, onde a pessoa se expõe totalmente, dá seu grito de libertação, de fúria, de dor. Acho impossível ouvir e não ficar tocada. Por isso, deixe Gonzaguinha te emocionar (e se tiver acompanhando a micro-série, não perca o último capítulo).

365/11

Anúncios