O cérebro eletrônico faz tudo
Faz quase tudo
Faz quase tudo
Mas ele é mudo

O cérebro eletrônico comanda
Manda e desmanda
Ele é quem manda
Mas ele não anda

Só eu posso pensar
Se Deus existe
Só eu
Só eu posso chorar
Quando estou triste
Só eu
Eu cá com meus botões
De carne e osso
Eu falo e ouço. Hum

Eu penso e posso
Eu posso decidir
Se vivo ou morro por que
Porque sou vivo
Vivo pra cachorro e sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
No meu caminho inevitável para a morte
Porque sou vivo
Sou muito vivo e sei

Que a morte é nosso impulso primitivo e sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
Com seus botões de ferro e seus
Olhos de vidro

Cérebro eletrônico (Gilberto Gil) – Marisa Monte

Quem me acompanha pelo Teia de Renda sabe que eu tô “sem” note. Por isso estou funcionando sem meu cérebro eletrônico e por conta disso estou completamente atrasada com meu cronograma de postagem. Mas pelo que vimos o Deal Extreme já postou minha nova fonte e em duas semanas devo voltar ao ritmo normal. E que assim seja… ;)

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