You are currently browsing the tag archive for the ‘Chico Buarque’ tag.

casais

Nem assaz alhures e antanho
Era um evento tamanho
A sagração nupcial
Vinha a noiva de gargantilha
Caçoleta e rendilha
Diadema e torçal

Opereta do Casamento (Chico Buarque e Edu Lobo) – Coro

Ainda estou curtindo os momentos de ontem, revivendo, relembrando. O casamento da Mayara e do Renan foi o mais legal que já fui – depois do meu, é claro (hehehe). Tudo muito gostoso, leve, divertido, com a cara dos noivos, sem fazer coisas pra agradar aos outros e fugir da essência deles. Sempre acho que os protagonistas são os noivos mesmo, e é pra eles que a festa tem que ser gostosa (porque se estiver sendo bom pra eles, isso acaba se refletindo nos convidados e todo mundo curte junto). E assim foi o casamento deles. A Mayara não saiu da pista, dançou horrores, aproveitou cada segundo e isso fez com que a festa fosse deliciosa, do início ao fim.

Por sinal, eu, Mayara e Vanessa fomos responsáveis por fechar a pista. Quando olhamos pro lado, só tinha a gente dançando e só a gente no salão. E quando você mal nota que a festa “acabou” é porque ela tava realmente boa. Thi fez as vezes de padrinho e foi o responsável por arrecadar a grana da gravata. Nós amamos fazer parte desse momento, sermos padrinhos e compartilhar ao lado deles esse momento tão especial da vida dos dois.

E como seremos vizinhos, é agora que a festa começa. ;)

Parabéns Mayara e Renan, pelo casamento, pelo casal sensacional que são e pela festa deliciosa que nos proporcionaram. <3

Anúncios

(Milton Nascimento)
Nós não vamos nos dispersar
Juntos é tão bm saber
Que passado o tormento
Será nosso esse chão
(Djavan)
Água, dona da vida
Ouve essa prece tão comovida
(Rita Lee)
Chega
Brinca na fonte
Desce do monte
Vem como amiga
(Coro)
Te quero água de beber, um copo d’água
Marola mansa da maré
Mulher amada
Te quero orvalho toda manhã
(Gal Costa)
Terra, olha essa terra
Raça valente, gente sofrida
(Gonzaguinha)
Chama,
(Elba Ramalho)
Tem que ter feira,
(Gonzaguinha)
Tem que ter festa,
(Gonzaguinha e Elba Ramalho)
Vamos pra vida
(Chico Buarque)
Te quero terra pra plantar,
(Chico Buarque e Fafá de Belém)
Te quero verde
(Caetano Veloso)
Te quero casa pra morar,
(Caetano Veloso e Simone)
Te quero rede
(Paula Toller e Roger)
Depois da chuva o sol da manhã
(Maria Bethânia)
Chega de mágoa,
Chega de tanto penar
(Coro)
Canto, o nosso canto,
Joga no vento
Uma semente, gente
Olha essa gente
(Elisete Cardoso)
Te quero água de beber
Um copo d’água
Marola mansa da maré
Mulher amada
(Gilberto Gil)
Te quero terra pra plantar
Te quero verde
Te quero casa pra morar
Te quero rede
(Elisete Cardoso)
Depois da chuva o sol da manhã
(Coro)
Canto e o nosso canto
Joga no tempo uma semente
(Coro)
Gente
(Roberto Carlos)
Quero te ver crescer bonita
(Coro)
Olha essa gente
(Erasmo Carlos)
Quero te ver crescer feliz
(Coro)
Olha essa gente
(Roberto Carlos e Erasmo Carlos)
Olha essa terra, olha essa gente
(Coro)
Olha essa gente
(ROBERTO CARLOS)
Gente pra ser feliz, feliz
(Coro com Tim Maia)
Te quero água de beber
Um copo d’água
Marola mansa da maré
Mulher amada
Te quero terra pra plantar
Te quero verde
Te quero casa pra morar
Te quero rede
Depois da chuva o sol da manhã
(Fagner)
Chega de mágoa
Chega de tanto penar

Chega de Mágoa (letra: Gilberto Gil/ música: Criação Coletiva) – Nordeste Já

Eu era bem pequena quando essa música foi lançada, pra ser mais precisa, eu tinha seis anos, mas me lembro do meu pai chegando em casa com aquele disquinho e fazendo a música tocar exaustivamente. Rapidamente eu já sabia o refrão e boa parte da letra. O clipe repleto de famosos foi exibido no Fantástico e anos mais tarde, quando eu tinha uns 14 anos e já era uma aficionada por MPB, fiz meu pai resgatar seu single Nordeste Já e gravá-lo pra mim numa fita.

Pois é, gente, eu tenho 32 anos (faço 33 na próxima segunda-feira), sou muito anterior ao tempo do MP3, sou antecessora do disc-man. Eu tive walk-man, galera. Fitas e mais fitas gravadas com as músicas favoritas, e nessas horas a imensa discoteca do meu pai me foi muito útil. :)

Aí o Valtinho postou uma frase de Chega de Mágoa no Twitter dele essa semana e me deu uma saudade tão grande da música, que eu fico inconformada de isso não ter sido lançado em CD. E aí eu resolvi tirar a poeira e vi que na redação tem nada mais, nada menos que 12 posts rascunhados que eu começo e não tenho tempo de concluir. Ai, ai…

Mas Chega de Mágoa mereceu esse esforço. A música foi lançada em 1985, que foi o ano da solidariedade no mundo todo. E nos Estados Unidos cantores e músicos americanos e ingleses se uniram nos projetos USA for Africa e Live AID em benefício das vítimas na fome na Etiópia. O primeiro projeto reuniu 45 grandes nomes da música pop no hit We are the world, que acabou arrecadando mais de 55 milhões de dólares.

E aqui no Brasil os artistas se mobilizaram também, só que não para ajudar a África, uma vez que eles tinham toda uma população carente e abandonada pelo governo aqui mesmo. E cansados de esperar que os governos federal e estaduais tomassem medidas para ajudar o Nordeste, os cantores, músicos e compositores se reuniram num projeto semelhante ao USA for Africa para a arrecadação de verbas em benefício da população carente do Nordeste. O projeto recebeu o nome de Nordeste Já, e foi uma realização do Sindicato dos Músicos Profissionais do Município do Rio de Janeiro, rendeu a gravação de um compacto simples com a participação de muita gente boa e consagrada que estava
disposta a dar a sua colaboração por uma causa tão nobre. Por ordem alfabética são eles: Aizik, Alceu, Alceu Valença, Alcione, Alves, Amelinha, Antônio Carlos, Aquiles (MPB-4), Baby Consuelo, Bebeto, Belchior, Beth Carvalho, Bussler, Caetano Veloso, Camarão, Carlinhos Vergueiro, Carlão, Celso Fonseca, Charlot, Chico Buarque, Cláudio Nucci, Cristina, Cristovam Bastos, Dadi, Daltro de Almeida, Dinorah (As Gatas), Dorinha Tapajós, Dori Caymmi, Ednardo, Edu, Edu Lobo, Eduardo Dusek, Elba Ramalho, Elifas Andreato, Elisete Cardoso, Elza Soares, Emilinha Borba, Eunydice, Erasmo Carlos, Fafá de Belém, Faini, Fátima Guedes, Fernando Brant, Gal Costa, George Israel, Geraldo Azevedo, Gereba, Gilberto Gil, Golden Boys, Gonzaguinha, Guilherme Arantes, Ivan Lins, Jamil, Jacques Morelembaum, Joana, João Mário Linhares, João do Vale, José Luiz, Joyce, Kleiton e Kledir, Kid Vinil, Lana, Leoni, Leo Jaime, Lúcio Alves, Luiz Avellar, Luiz Carlos, Luiz Carlos da Vila, Luiz Duarte, Luiz Gonzaga, Luiz Melodia, Lulu Santos, Magro (MPB-4), Malard, Manassés, Maria Bethânia, Marina, Marlene, Martinho da Vila, Marçal, Maurício Tapajós, Mauro Duarte, Mazola, Miguel Denilson, Mirabô, Miltinho (MPB-4), Milton Banana, Milton Nascimento, Milton Araújo, Miúcha, Moraes Moreira, Olívia Byington, Olívia Hime, O Quarteto, Paulinho da Viola, Patativa do Assaré, Paula Toller, Pareschi, Penteado, Perrotta, Perrottão, Pepeu Gomes, Raimundo Fagner, Rafael Rabello, Reinaldo Arias, Ricardo Magno, Rita Lee, Roberto de Carvalho, Roberto Carlos, Roberto Ribeiro, Roberto Teixeira, Rosane Guedes, Roger (Ultraje a Rigor), Rosemary, Rubão, Rui (MPB-4), Sandra de Sá, Sérgio Ricardo, Simone, Sílvio Cézar, Sueli Costa, Stephani, Tânia Alves, Tavito, Teo Lima, Telma, Telma Costa, Terezinha de Jesus, Tim Maia, Tom Jobim, Tunai, Verônica Sabino, Vilma Nascimento, Virgílio, Yura, Wagner Tiso, Walter, Zenilda, Zé da Flauta, Zé Ramalho, Zé Renato, Zizi Possi.

A música é linda, tocante, com vozes maravilhosas, e apesar de eu não gostar de Roberto Carlos (ainda que o Valtinho tente me catequizar), mesmo ele cai como uma luva. É soberbo, é tocante, tanto que eu não consegui selecionar um trecho e coloquei a música toda, com o nome do intérprete antes do trecho que ele cantava. O link que eu coloquei tem o clip oficial, que dá vontade de ficar assistindo em looping eterno, de tão lindo que é ver tantos gênios da nossa música reunidos dando um show (de música, arte e solidariedade). Precisamos mais de reuniões como essas, em todos os sentidos, nossos ouvidos merecem, o Nordeste merece. Obrigada Valtinho por trazer Chega de Mágoa de volta a minha lembrança. <3

Sei que há leguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei também quanto é preciso, pá
Navegar, navegar
Canta a Primavera, pá
Cá estou carente
Manda novamente algum cheirinho de alecrim

Tanto Mar – Chico Buarque

Hoje faleceu José Saramago, o maior escritor que a Língua Portuguesa já teve. Inteligente, contundente, de um estilo muito próprio (e único). Um cara que eu descobri graças ao vestibular, uma vez que figurava em todas as listas de leitura obrigatória, e que aprendi a amar do alto de meus 16 anos de idade. Um tipo de leitura, que no começo me ofereceu um grau de dificuldade além do que eu esperava, eu, leitora voraz desde os meus 4 anos de idade, que nunca consegui ficar diante de um livro sem devorá-lo. Ao começar a ler Memorial do Convento confesso que me assustei e que demorei mais do que o meu normal para concluí-lo. Porém, depois reli e fui me encantando com a história de Baltasar e Blimunda e da construção do convento de Mafra. E por me interessar tanto pelo livro e por destrinchar seu enredo, sempre digo que devo a Saramago e a Memorial do Convento a minha aprovação nos vestibulares da USP e da Unicamp, uma vez que, em ambas as provas, o livro foi a questão dissertativa de Português da segunda fase e sobre a qual eu soube discorrer com muita facilidade.

Em 1997, quando eu já estava cursando História, lembro-me que ele veio ao Brasil para lançar o livro Terra, junto com Chico Buarque e Sebastião Salgado, e por conta disso houve um evento no Mackenzie – que estava lotaaaaaaado… Fui com uma amiga da faculdade, a Renata, e consegui me espremer até o palco e conseguir um autógrafo do Saramago na minha edição de Memorial do Convento. Fui pra casa radiante, nem dormi direito. E hoje, logo que acordei, recebi do Thi a notícia de que ele havia falecido e fiquei profundamente triste. Estou tocada e não parava de pensar na enorme perda sofrida pela literatura. E achei engraçado que, de um momento para o outro, todo mundo passou a ser admirador de Saramago – coisas que só a necrofilia da arte explica… o.O

Por conta da parceria em Terra, a música para celebrar Saramago só poderia ser do Chico Buarque. E há varios porquês para ser esta… =)

Um adendo à respeito dessa música: essa na verdade é a segunda versão que o Chico escreveu para Tanto Mar, pois a primeira foi censurada, uma vez que era uma saudação à Revolução dos Cravos, que aconteceu em abril de 1974, em Portugal, e derrubou o regime ditatorial que se estendia desde 1933, uma amarga herança deixada por Salazar para os portugueses. Essa primeira versão foi gravada num espectáculo ao vivo com a Maria Bethânia, que depois foi passado para em 1975. Já a segunda versão, que é essa que eu posto, foi gravada no início de 1976 e serviu também como um marco ao fim do período mais duro da ditadura que era imposta ao Brasil.

Eu, como boa graduada em História que sou, não poderia deixar de mencionar essa música, porque além de amá-la, não deixa de ter ligação direta com Saramago, que na época da Revolução dos Cravos trabalhava como diretor-adjunto do Diário de Notícias, um importante jornal de Portugal, e que na época fez uma intensa cobertura desse importante acontecimento histórico.

E como curiosidade mesmo, o cravo vermelho tornou-se o símbolo dessa revolução porque quando esse movimento estourou. Logo ao amanhecer o povo começou a juntar-se nas ruas, juntamente com os soldados revoltosos. Uma florista que levava cravos para um hotel teria dado um cravo a um soldado, que o colocou no cano da espingarda.Os outros soldados vendo a rua cheia de floristas o imitaram, enfiando cravos vermelhos nos canos de suas armas. E fizeram uma revolução digna de Gandhi, totalmente pacifista e extremamente simbólica.

Saramago é, de fato, um imortal e deixou seu nome para sempre nas suas obras magistrais!!!

Te afasta de mim
Pois já não vales nada
És página virada
Descartada do meu folhetim

Folhetim (Chico Buarque) – Nara Leão

Nada como passar a borracha, virar a página e seguir a história. Olha que eu tentei muito virar essa página, muito, mas não foram poucos os marca-livros que apareceram no meu caminho. Mas ontem depois da milhonésima conversa a respeito, percebi que a pessoa que mais importava nessa história toda tá aqui seguindo comigo e não só virou, como arrancou essa página… Então por que eu não faço o mesmo?

Hoje comecei o super processo de faxina mental e física para me livrar de tudo que me remeta a essa página e decidi que tá mais do que na hora de eu seguir em frente mesmo. Não basta dar um passo a frente e outro pra trás pra conferir se as coisas estão mesmo bem. A hora é de seguir mesmo, vários passos adiante e nunca mais olhar pra trás.

Repostando o trecho de 21/11/2008.

Quando nasci veio um anjo safado
Um chato do querubim
E decretou que eu estava predestinado
A ser errado assim
Já de saída a minha estrada entortou
Mas vou até o fim

Até o fim (Chico Buarque) – Chico Buarque e Ney Matogrosso

Errando: sempre. Seguindo em frente: mais ainda. Divertindo-me: além da eternidade. =Dre

Como beber
Dessa bebida amarga
Tragar a dor
Engolir a labuta
Mesmo calada a boca
Resta o peito
Silêncio na cidade
Não se escuta

Cálice (Chico Buarque e Gilberto Gil) – Chico Buarque

Dói, tá doendo e vai doer mais ainda. A vida é feita de escolhas e nem sempre elas são as mais acertadas e sensatas, mas são escolhas. E assim, optando, vamos trilhando nosso caminho, muitas vezes com muita, muita, muita dor como está sendo agora.

E é pra mostrar o quão frágeis nós somos, pois nos deixamos atingir por coisa tão pequena, tão vil, tão torpe. Mas assim o somos e assim seguimos. Sendo alvo de dardos de veneno e de mesquinhez. Mas mesmo com toda a dor que nos atinge e é isso aí mesmo. Sempre em frente… =/

Olha
Será que ela é moça
Será que ela é triste
Será que é o contrário
Será que é pintura
O rosto da atriz
Se ela dança no sétimo céu
Se ela acredita que é outro país
E se ela só decora o seu papel
E se eu pudesse entrar na sua vida

Beatriz (Edu Lobo e Chico Buarque) – Milton Nascimento

No primeiro post que eu fiz aqui no Silêncio e Som, eu citei o Trecho do Dia, blog da querida Bia Porfírio e que me serviu de inspiração pra criar esse.

E no meu post de ontem, do Sete Cenas de Imyra, a Bia disse que queria ter uma história “nomial” que nem a minha, e eu falei que ela deveria falar por aí que o dela foi inspirado na música Beatriz do Chico Buarque e Edu Lobo, e por isso, o post de hoje vai pra ela.

Lembrando que Beatriz está entre os nomes com o significado mais lindo que eu conheço – que quer dizer, aquela que faz os outros feliz.

Quando tinha 15 anos dancei um solo com essa música, que foi, certamente uma das coreografias mais lindas que já encenei e já vi. Foi montado pela Ana Lúcia Evans e era profundamente tocante… <3

Quando nasci veio um anjo safado
Um chato do querubim
E decretou que eu estava predestinado
A ser errado assim
Já de saída a minha estrada entortou
Mas vou até o fim

Até o fim (Chico Buarque) – Chico Buarque e Ney Matogrosso

Errando: sempre. Seguindo em frente: mais ainda. Divertindo-me: além da eternidade. =D

Instagram

Simples Desejo (Daniel Carlomagno e Jair Oliveira) - Luciana Mello #mpb #lucianamello #jairoliveira

Isso é um mantra diário, sempre que algo vem pra azucrinar e tirar a minha paz. 😊 Cajuína - Caetano Veloso (mas eu gosto bem mais na voz da Gal Costa) - é uma música linda, lindíssima, curtinha e maravilhosa, que sempre, sempre, sempre me arranca lágrimas. Caetano a compôs em homenagem ao amigo Torquato Neto, que foi junto com ele um dos fundadores do Tropicalismo, e que se suicidou no começo da década de 70.  #MPB #tropicalismo #caetanoveloso #galcosta #torquatoneto Ê, povo, ê - Gilberto Gil #MPB #GilbertoGil - música que tá tocando em looping na minha semana desde domingo. Código de acesso (Itamar Assunção) - Zélia Duncan #MPB #zéliaduncan #itamarassunção Eu nunca te amei idiota (Alvin L.) - Ana Carolina #MPB #rocknacional #anacarolina Sobre o tempo (John) - Pato Fu #patofu #rocknacional #fernandatakai Dê um rolê (Moraes Moreira) - Novos Baianos #NovosBaianos #MPB Caçamba (Éfson e Odibar) - Molejo #samba #pagode #molejo Viva (Kledir Ramil) – Kleiton e Kledir #MPB #kleitonekledir
Simples Desejo (Daniel Carlomagno e Jair Oliveira) - Luciana Mello #mpb #lucianamello #jairoliveira

Isso é um mantra diário, sempre que algo vem pra azucrinar e tirar a minha paz. 😊